Evasão escolar e a realidade brasileira
Enviada em 29/07/2019
Promulgada pela ONU a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à educação e ao bem estar-social. Nesse ínterim, verifica-se que esses fundamentos públicos são divergentes na realidade brasileira, conforme, a baixa integração de alunos em redes escolares, devido a escolha precoce do abandono da mesma. Tal realidade expressa, a partir da violência regional, como também a desvalorização do ensino e sua aplicabilidade.
Nesse contexto, é indubitável que a constituição e sua aplicação esteja entre as causas desse problema em questão. Bem como, a escassez de fundamentação política social direcionadas aos bairros periféricos, como o acesso da educação pública, nesse sentido, o progresso educacional juvenil são baixos devido ao acesso à escola, no qual parte dessa população são restrita a violência local que tangenciam a integração de crianças e adolescentes a frequentarem o âmbito escolar. sendo assim refletindo a evasão e marginalização de jovens nas baixas infraestruturas sociais. De acordo com o Conselho Regional de Justiça, o tráfico de é o crime mais cometido pelos menores infratores, assim evidenciando o menor número de adolescentes a medida socioeducativa completa no país.
Além disso, diante a essa dimensão de aspectos vale ressaltar a desistência da escolarização pela falta de interesse dos jovens. Bem como, os métodos programáticos da grade curricular educacional e sua aplicação em salas, de forma que o acompanhamento lógico do aluno não é sucedido diante tal ensino, desviando a aprendizagem do conteúdo e fixação, assim levando ao regresso de notas e posteriormente a desistência da instituição por razão ineficaz da psicopedagogia no acompanhamento dos alunos. Segundo, o pedagogo Paulo Freire ´´ As terríveis consequências do pensamento negativo são percebidas muito tarde´´. Seguindo essa linha de pensamento, o reflexo da evasão na juventude é notado no futuro desenvolvimento pessoal e na vida adulta desses menores, refletindo assim o valor fundamental da educação na vida humana em sociedade.
Portanto, medidas governamentais devem ser reivindicadas de acordo o Estatuto da Criança e Adolescente na conjuntura brasileira. Desse modo, cabe ao Poder Judiciário associado ao governo, ampliar as alternativas de segurança em áreas de perímetro escolar, mediante as rondas de polícias militar nos horários de entrada e saída de alunos. Além do mais, o Ministério da Educação e Cultura , desenvolver alternativas de atividades dinâmicas e interativas nas salas de aulas, realizando também palestras motivacionais que evidencia a importância educacional, ministradas por professores e diretrizes da instituição, sendo realizadas semanalmente nas redes públicas, com participação de pais e alunos, dessa maneira, fortalecendo a racionalização do futuro da educação.