Evasão escolar e a realidade brasileira

Enviada em 10/08/2019

De acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos -promulgado em 1948 pela ONU (Organização das Nações Unidas) - é direito de todos os cidadãos, sem distinção, à educação. Contudo, o cenário visto pela evasão escolar dos estudantes brasileiros impede que isso aconteça na prática, devido, não só a falta de apoio familiar, como também a falta de interesse do aluno. Nesse contexto, evidencia-se a necessidade de serem tomadas atitudes pelas autoridades competentes para reverter essa problemática.

É indubitável que a falta de apoio do núcleo familiar é um fator agravante no que tange a educação do educando. De acordo com o filósofo Immanuel Kant: “O homem não é nada além do que a educação faz dele”, logo a falta de acesso ao ensino compromete não só à alfabetização mas também a falta de oportunidade no mercado de trabalho, o que acarreta em um salário precário. Portanto, a função da família é de suma importância, pois além de incentivadora também é um divisor de águas fundamental para a permanência do discente na escola.

Ademais, é importante salientar que o interesse do estudante é indubitável para determinar se ele obterá êxito em sua vida acadêmica. Após a terceira revolução industrial, que ocorreu no século XX, o acesso à informação se tornou mais fácil e rápido, o que seria um ponto positivo para o aprendizado, no entanto,  a realidade vista são pessoas cada vez menos interessadas em usar a tecnologia para ferramenta de busca de informação, o que torna a evasão escolar um problema hodierno no Brasil.

Destarte, indispensavelmente ações são necessárias para resolver essa situação no cenário brasileiro. Com intuito de minimizar e consequentemente erradicar o problema, o governo federal juntamente com o MEC (Ministério da Educação), por meio de propagandas, campanhas nas mídias sociais e palestras nas escolas para ex alunos, a fim de evidenciar o tema. É indispensável que seja iniciado agora pois como disse Martin Luther King: “Toda hora é hoje de fazer o que é certo.”