Evasão escolar e a realidade brasileira
Enviada em 28/10/2019
A ascensão de Cleópatra VII, como uma das maiores governantas do Egito antigo, se dá em razão de sua intelectualidade, visto que, durante sua juventude, estudou matemática, lógica, debate e ciências, de maneira a, elucidar a importância da educação. No entanto, no que tange a realidade brasileira, é possível afirmar, que esta sofre com carências e instabilidades, visto que, a evasão escolar é recorrente em território nacional, e consequentemente, poem em risco, o futuro da nação. Portanto, a matriz financeira familiar, e a infringência às leis, fazem-se aspectos relevantes.
Indubitavelmente, a necessidade da evasão escolar, se dá em torno de diversas esferas, sendo a mais recorrente de todas, a financeira. De acordo com o site G1, apenas 58% dos jovens concluem o ensino médio, e a principal causa da divergência escolar, é a necessidade de trabalho, comprovando-se isso pelo fato, de jovens crescerem em um meio precário, e carente de estímulo aos estudos. Assim então, é evidente que há a promoção da fuga aos estudos, quadro social triste e inadmissível.
Conforme previsto pela Constituição Federal de 1988, todo cidadão brasileiro tem direito a educação, e sua prática é imprescindível. Ademais, constatada a evasão escolar, é veraz afirmar que há uma negligência do povo com um direito que lhe é intrinseco, e consequentemente, no ato de não cumprimento da lei. Isso é nocivo ao futuro do país, pois proverá mais indivíduos incoerentes com a realidade, e agentes da falta de razão.
Diante do fatos supracitados, é possível parafrasear o educador Paulo Freire com: “Se a educação sozinha não pode transformar a sociedade, tampouco sem ela a sociedade muda”. Urge, destarte, que o Governo, em parceria com o Ministério da Educação (MEC), promova políticas públicas engajadas em meios de incentivo à educação, de modo a investir na infraestrutura das escolas, e também promover palestras e debates para a comunidade escolar, evidenciando a importância da escolaridade na construção do indivíduo. E por fim, visando a manutenção e inspiração de novas cleópatras, para uma futura sociedade eloquentemente racionalista.