Evasão escolar e a realidade brasileira
Enviada em 29/10/2019
Em meados de 1800, no Brasil Império, a população fora concebida pela primeira Lei de inclusão educacional referente às escolas. Essa proclamação tinha como objetivo introduzir o maior número de estudantes possíveis às instituições. Entretanto, esse projeto era falho e veio a reformulação, pois dava privilégios aos cidadãos mais ricos e pouco auxílio aos mais pobres -o que era contraditório ao esperado. E por se tratar de acontecimentos “recentes”, vê-se ainda resquícios dessa ação negativa, como a evasão escolar, o que permite debater e repudiar esse quesito negativo.
Inicialmente, é preciso salientar que o Brasil teve, em 2014, um aumento positivo de estudantes que completaram o Ensino Médio - cerca de 15% a mais. Porém, rente a esse dado, fora contabilizado também -em média- mais de 1 milhão de evasões escolares. Esse contraste deficiente apresentado ocorre devido a negligência governamental para com a população. Os baixos índices de investimento em ambientes que propiciem um melhor desenvolvimento dos alunos, interfere diretamente na progressão e na permanência deles nas escolas. As dificuldades para se manter economicamente -durante e após o ensino- é maior nos locais onde a eficiência das escolas é vilipendiada, pois os alunos não constroem autonomia suficiente para se estabilizar na sociedade.
Decorrente desse pensamento, diagnostica-se que a taxa de evasões é recorrente, principalmente, entre os mais pobres, haja visto, a proporção inaceitável terminos escolares por questões econômicas. Esse preceito vai contra a Lei básica dos cidadãos (à educação), presente na Constituição Federal, tal qual, legitima os cuidados máximos aos alunos. Entretanto, repassar apenas dados educacionais é insuficiente, pois o ato de educar vai além da transmissão de informações e conhecimentos. Ele envolve, também, a transformação do indivíduo e do contexto em que está inserido. Portanto, torna-se essencial criar uma ideologia em que assista os alunos à permanecerem no âmbito escolar.
Logo, em virtude dos fatos mencionados, o Ministério da Educação rente ao da Economia, investirão capital (dinheiro) nas instituições de ensino públicas com o objetivo de introduzir atividades práticas aos alunos. A fim de melhorar o rendimento, permanecer o indivíduo nas escolas e criar um Ser ativo, o programa assistirá-os com cursos técnicos ensinados desde o ensino fundamental, assim, eles poderão, apesar de novos, sair das escolas com técnicas exarcebadas e atualizadas. Dessa forma, as instituições poderão, a médio e longo prazos, reduzir os resquícios criados ao decorrer da história do Brasil (evasão escolar, por exemplo) e proporcionar melhores condições de vida para todos os cidadãos.