Evasão escolar e a realidade brasileira
Enviada em 31/10/2019
Quando o político brasileiro Leonel Brizola realizou o seu projeto educacional CIEP ou conhecido também como Brizolão, sucedeu em diversas oportunidades para jovens gaúchos e cariocas. Entretanto, esses privilégios não pôde ser concedido para todos. Isso se evidência não só pela marginalização da mocidade devido a falta de estrutura, como também pela escassez monetária familiar.
Atualmente, pode-se observar que muitos jovens não conseguem estudar, seja por não haver uma instituição em sua região, seja por estar abandonada e com falta de recursos. Segundo o ativista social e político Nelson Mandela, a educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo. Consequentemente, este é o equipamento que o individuo, ainda em construção de caráter e consciência, deve portar.
Outrossim, o corpo social que se encontra na base da pirâmide social, isto é, com falta de capital em leito familiar, não pode exercer seu direito de estudo, pois, tem que trabalhar para dar suporte à sua família. Entretanto, como o chanceler alemão Otto Von Bismarck disse, a política é a arte do possível. Com uma estratégia governamental esta situação pode ser alterada.
Portanto, para reverter esta adversidade é necessário acionar o ministério da educação em parceria com o ministério da fazenda devem equipar as instituições já existentes e criar mais onde há demanda. Com o auxilio de programas sócio financeiros determinados por lei que estabeleçam uma quantia fixa para a educação e famílias necessitadas, com a finalidade de que aja um número maior de alfabetizados no país e um resgate dos jovens que se encontram fora de seu direito. Desse modo, talvez, conseguiremos chegar na ideação que o Leonel Brizola tinha com o Brasil.