Evasão escolar e a realidade brasileira

Enviada em 02/11/2019

De acordo com o pedagogo brasileiro Paulo Freire, “Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”. Nesse sentido, ao analisar a evasão escolar, nota-se que, existe na realidade brasileira um sério problema. Muitas vezes, o trabalho infantil, gravidez precoce e a desmotivação, podem acarretar, o afastamento do indivíduo da rede de ensino.

Segundo dados estatísticos, em 2017, cerca de 1,3 milhão de adolescentes entre 15 e 17 anos, estão fora da escola. Nesse contexto, há várias situações de jovens com renda baixa que, escolhem trabalho a escola, em intuito de conseguir ajudar os familiares. Outrossim, é a gestação inesperada, circunstância semelhante, se faz variavelmente, como óbice no ponto de vista das pessoas, o que ocasiona a deliberação do abandono dos estudos.

Ainda, espelhados na mitologia grega, especialmente na figura de Atena, é que a sociedade deve fazer apologia a sabedoria, saber compreender que, com a juventude engajada na educação, o Brasil terá mais profissionais operando em diversas funções. Corroborando essas ideias, a motivação precisa começar na instituição da familiar. Os parentes devem dialogar sobre a importância do estudo, na vida do indivíduo e para comunidade. Mostrá-los que, podem realizar os objetivos com esforço e permanência no colegial.

Diante desse quadro, o Ministério da Educação, junto com governantes estaduais e municipais, podem estimular a opção do aprendiz a permanecer no educandário. Por meio de bibliotecas atualizadas, novas disciplinas na grade curricular, como empreendedorismo e artesanato, a fim de, incentivar o autista, tornar prazeiroso seu comparecimento, e auxiliá-lo a conseguir o capital necessário. Creches podem reservar horários fixos, para mães estudantes, assim, inibe complicações para frequentação em colégios. Assegurando então, o pensamento de Paulo Freire, a comunidade só irá mudar com a educação, isto é, com os brasileiros lecionados.