Evasão escolar e a realidade brasileira
Enviada em 28/01/2020
Sabe-se que, conforme articulado pelo educador Paulo Freire: “Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.” Desse modo, torna-se inequívoco que uma educação soberana é o pilar para uma sociedade inabalável. Todavia, a evasão escolar por parte do público acadêmico evidencia-se cada vez mais no centro dos panoramas societários hodiernos devido à corrupção realizada pelos estadistas da nação.
Primordialmente, é cógnito que a pintura “O Grito”, de Edvard Munch, é o fiel retrato das divergências entre políticos e cidadãos, em virtude de que o quadro apresenta uma imagem distorcida em quase sua totalidade, incluindo no rosto do indivíduo em extremo desespero ao centro, menos na parte em que se encontram duas pessoas caminhando pacificamente. Sob esse prisma, o autor da obra quis propagar a ausência de interesse e de empatia dos seres humanos em relação ao que ocorre na existência dos demais, ignorando-os integralmente. Posto isso, perfaz-se que a população assemelha-se ao indivíduo apavorado e os governantes com as duas pessoas caminhando, visto que análogos regentes disseminam uma vasta inexistência de afetuosidade para com os cidadãos, o que faz com que a corrupção efetuada com o capital público se transforme em algo de caráter relativamente fácil, exilando, assim, a coletividade em um completo descaso.
Diante do exposto, consoante corrupção traz malefícios em grande escala para os cidadãos e suas instituições sociais. Dessa maneira, uma das instituições a qual é negativamente afetada pelas desonestidades políticas é a escola, uma vez que ela transparece total precariedade e, portanto, sofre com a carência de professores, materiais didáticos, alimento e infraestrutura adequada por conta da escassez de verba direcionada para concretizar tais anuências fundamentais para um funcionamento escolar de qualidade. De frente a homólogo cenário, é incontroverso que similares aprazimentos são fortes fatores desencadeadores da evasão escolar, já que, mediante a um ambiente acadêmico demasiado oprimido, os alunos são possuem qualquer incentivo para frequentar o local.
Em suma, é indubitável que a evasão escolar evidencia-se no centro das problemáticas sociais devido à corrupção realizada pelos estadistas. Logo, para desatar congênere impasse, é dever da Polícia Federal, junto com o Supremo Tribunal Federal, colocar um fim à corrupção, por meio de severas investigações com todos os políticos, a fim de que os desonestos sejam punidos e substituídos por outros devidamente comprometidos com o bem-estar da população e que destine o capital necessário a todas as instituições acadêmicas governamentais. Dessa forma, a evasão escolar será inexoravelmente extinta do país.