Evasão escolar e a realidade brasileira
Enviada em 06/08/2020
Nociva. Essa é a melhor adjetivação para discutir a Evasão escolar no Brasil. A configuração de tal cenário se dá a partir do trabalho infantil e da gravidez na adolescência. Logo, medidas que tragam características positivas para o tema são imprescindíveis.
Em primeira análise, vale ressaltar o trabalho infantil como um dos problemas. De acordo com o estudo Trabalho infantil e Adolescente: impacto econômico e os desafios para a inserção de jovens no mercado de trabalho, no caso de jornadas de 36 horas semanas, a evasão escolar pode chegar a 40%. O trabalho tem muita influência para que um jovem deixe de frequentar a escola. Para poder trabalhar durante o dia, é comum o aluno optar pelo período noturno escolar. Porém cansado, não consegue acompanhar as aulas e desistem.
Em segunda análise, vale ressaltar a gravidez na adolescência como um dos problemas. Uma pesquisa feita em 2016 pelo Ministério da Educação (MEC), pela Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) e pela Faculdade Latino Americana de Ciências Sociais (Flacso) revela que 18% das jovens brasileiras grávidas abandonam a escola. As jovens ficam grávidas novas e tem que cuidar da criança e abandonam a escola.
Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para combater a evasão escolar no Brasil. As escolas devem estabelecer parcerias com ONGs, para promover projetos organizando oficinas e palestras com os pais e alunos para falarem sobre os motivos das evasões e debaterem o melhor jeito de combater a evasão e também criar palestras sobre educação sexual, para diminuir a evasão escolar.