Evasão escolar e a realidade brasileira
Enviada em 09/01/2021
O Art 205 da constituição Federal de 1988 assegura a educaçao como direito de todos e dever do Estado e da família, contudo, quando se observa a evasão escolar nas escolas brasileiras públicas é perceptível a desarmonia entre os discentes na esfera social nacional, e procura-se entender como a omissao governamental e a assimetria economica coadunam-se no agravamento da problemática.
Em primeiro plano, vale ressaltar a inação das esferas governamentais como agravante do imbróglio. Segundo o filósofo Jean Jacque Rousseau, que propõe o contrato social, sendo responsabilidade do estado a garantia da harmonia social. Nesse sentido ao confrontar o raciocínio á realidade corrente, nota-se uma descontinuidade entre ambos. Nessa conjuntura, o fato exposto é evidentemente comprovado pelo sucateamento e desestrutura, dos meios de tranportes públicos nos espaço civil, visto que os principais centros estudantis estatais são localizados nos grandes centros urbanos, o que deixa os estudantes períféricos desamparados o que contribuindo, assim para uma inconstância na frequência dos jovens á escola.
Ademais, vale destacar a desiqualdade social como agravante desse revés. Sob esse aspesco, de acordo com o poeta estadunidense Heny Longfellow " metade do mundo tem que suar e gemer, para que a outra possa sonhar". Nesse viés, o raciocínio exposto torna-se claro ao analisar a grande saída de adolescentes que abandonaram a escola precocemente em virtude da necessidade de complementar na reda familiar, deixando de lado seus desejos planejados. Dessa maneira, vê-se que o abandono aos estudos favorece para a desqualificaçao profissional e desequilíbrio social.
Diante dos fatos supracitados, urge que atitudes seja, tomadas para a mitigaçao desse problema. Logo, cabe ao governo, em parceria com o ministério da educação elaborar projetos de mapeamento civil e de rotas de automóveis públicos, através das princincipais bairros da cidade, com o intuito de diminuir a falta de transporte público e promover a mobilidade dos moradores periféricos, dessa forma, o corpo social estabelecerar o convívio harmônico que é assegurado na constituiçao Ferderal.