Evasão escolar e a realidade brasileira

Enviada em 03/07/2017

Evasão não tem desculpa não.

Em nosso país a educação básica é obrigatória para todas as crianças e jovens, mas isso não vem acontecendo onde o evasão escolar por mais que os índices diminuem a taxa ainda é alta, onde que pais e responsáveis acabam não participando ativamente do vida do seu dependente, fazendo com que o mesmo acabe seguindo outros caminhos, mercado de trabalho, gravidez precoce, envolvimento com drogas como por exemplo.

Segundo a legislação brasileira, crianças e adolescentes entre 6 a 14 anos devem ter o ensino básico, ou seja ensino fundamental obrigatório, mas o resultado do estudo pertencente ao Instituto Unibanco mostra que 52% de 1,3 milhões de jovens não frequentam a escola, pertencentes ao ensino fundamental, e o destino deles são outros que os levam a condições futuras precárias.

Existem diversos movidos para esse evasão segundo os responsáveis das crianças, dentre elas estão, a longevidade da escola, falta de transporte, até mesmo falta de interesse dos alunos, porém muitos jovens de família com renda média mensal de R$ 436, por falta de recursos financeiros são obrigados a trabalharem mais cedo, procurando uma ascensão social a curto prazo, ocupando empregos com condições precárias, e deixando os estudos de lado, diferentemente dos família com renda média de R$ 885 mensais que não sofrem esse problema pois os pais conseguem manter os filhos e os mesmo dedica-se os estudos integralmente.

A gravidez precoce, também é um fator com que faz os jovens abandonarem a escola, bem como a falta de instruções está ligada a baixa renda familiar e a falta de participação dos pais na vida dos adolescentes, logo esse envolvimento com o filho preveem problemas, e ajuda a famílias a terem ascensão social e aumentar o desenvolvimento da nação.

Portanto é dever dos instituições de ensino realizar um levantamento dos alunos que não frequentam a escolas e repassar para o Conselho Tutelar do município onde todos as devidas providências, e ao governo estadual e federal providenciar auxilia para que os alunos possam estar indo a escola, e regulamentar o mercado de trabalho, fiscalizando para que não ocorram atividades trabalhista com jovens com formação menores do que ensino médio, bem como intervir com palestras e recursos que previnem a gravidez precoce informalizando jovens e dando lhes condições de prevenção.