Evasão escolar e a realidade brasileira

Enviada em 10/07/2017

A constituição brasileira, prevê e assegura o acesso da criança e adolescente ao estudo gratuito e de qualidade. O que se vê, é que essa oportunidade, nem sempre é bem aproveitada por alunos da rede pública de ensino, seja pela violência do contexto de convívio, falta de transporte ou até a baixa qualidade de ensino.

Quando o inglês, Thomas Hobbes afirma que o homem natural tende a violência, poderia explicar muito bem a importância da educação na vida de todos. A falta de qualificação proporciona uma realidade salarial mais baixa, sendo áreas de risco um lugar em que isso se aplica. Por muitas vezes os pais não terem condições financeira de suprirem os anseios dos filhos, esses, procuram o envolvimento com o crime, o que muitas vezes, acaba sendo sequenciado pela evasão.

Municípios interioranos, populações ribeirinhas e até mesmo algumas periferias,sofrem com transportes ineficientes,o que acaba dificultando a chegada do aluno, mesmo que esse muitas vezes tenha a vontade de estudar. Autoridades, além de proporcionarem centros de ensino, também deveriam se preocuparem com o transporte público, pois, é crucial sustentar a forma de acesso a educação.

Tendo em vista a baixa qualidade, apresentada por elementos como falta de capacitação profissional e também de estrutura escolar, tende a desanimar alunos, que não vêem, na forma tradicional e muitas vezes monótona de ensino, um despertar de interesse. Reformulações são necessárias, assim como inserção de tecnologias, já que fazem parte da vida de muitos e maneiras mais didáticas na apresentação do conteúdo.                         O ensino formal, contribui, além de realidades particulares para o afastamento escolar, sendo assim, necessária a compreensão de melhorias área social, onde se deve mostrar a importância da formação acadêmica, além de melhor infraestrutura de acesso ao ensino e aulas mais atrativas, que para funcionar, necessita de maior investimento governamental e responsabilidade profissional.