Evasão escolar e a realidade brasileira
Enviada em 07/07/2017
Desigualdade social, falta de interesse, gravidez precoce, envolvimento com o crime e necessidades de trabalho, são problemas enfrentados por crianças e jovens que desistiram de estudar, para de forma ilusória tentar procurar uma melhora de vida. Sabendo que futuramente vão se arrepender de tal desistência, porque é através da educação que se constrói um futuro melhor.
Dentre os prazeres velozes, que o mundo oferece ( drogas e o mundo do crime), nem sempre estes são os melhores caminhos a se seguir, na maioria das vezes, esses caminhos são sem voltas. E isso acontece com os jovens, que ao invés de estarem na escola, pensando em um futuro melhor, estão por ai sem destino, muitas vezes sem saber ler ou escrever.
Com uma assembleia brasileira, cada vez mais moderna é inadimissivél deixar uma pessoa abandonar os estudos sem ao menos entender o por quê.
O combate a evasão escolar não é tarefa fácil, porque a cada desistência têm-se um motivo diferente. Apesar de algumas não estarem ligadas diretamente a escola, de forma humana, os educadores, juntamente com a direção da escola deve passar a saber sobre tal abandono. É preciso empenho da parte de todos, inclusive da família, para que isso não desencadeei outros problemas. O diálogo é fundamental.
Os motivos que levam a desistência são vários, como por exemplo: jovens param de estudar para trabalhar em casa, desinteresse, por morarem distante da escola e a falta de transporte.
Está faltando mais incentivo e atitude do governo, já que a maioria desses alunos vivem em condições socioeconômica, geográficas e culturais muito baixas, muitas escolas também não tem qualidades e nem incentivos, fazendo com que os alunos percam a vontade de estudar.
Para que esta situação melhore, basta que o governo forneça ensino básico de qualidade e transporte para os que moram longe e mais incentivos através de projetos e programas que visem reforçar o aprendizado do aluno, levando professores até a casa dos mais debilitados, dando uma aula de reforço, mantenham uma parceria mais competente entre escolas, agentes comunitários de saúde, médico da família, assistente social e conselho tutelar, para que dessa forma os jovens permaneçam estudando, e ao terminarem, saiam da escola pronto para exercer seu papel correto de cidadão, e por consequência, mudar positivamente a realidade brasileira.