Evasão escolar e a realidade brasileira

Enviada em 25/08/2021

A Constituição Federal promulgada em 1988 estipula os direitos à saúde, segurança e educação. Porém, a julgar pelo abandono escolar e pela realidade do Brasil, parece que os jovens não gozam deste último direito. Ou a distância aumentou a instabilidade do trânsito escolar, ou a relação entre trabalho e escola, os jovens escolhem o primeiro porque precisam desesperadamente ajudar suas famílias. É importante notar que, embora o índice de jovens que concluíram o ensino médio na idade certa tenha aumentado, os problemas de trânsito escolar acabam se tornando um obstáculo ao uso desses dados estatísticos. Como a longa distância aumenta a indesejável estrutura da estrada, como buracos e má sinalização, aliada à condição instável do veículo, esses adolescentes estão mais dispostos a ficar em casa para ajudar seus familiares. É importante notar que, embora o índice de jovens que concluíram o ensino médio na idade certa tenha aumentado, os problemas de trânsito escolar acabam se tornando um obstáculo ao uso desses dados estatísticos. Como a longa distância aumenta a indesejável estrutura da estrada, como buracos e má sinalização, aliada à condição instável do veículo, esses adolescentes estão mais dispostos a ficar em casa para ajudar seus familiares. Parafraseando o sociólogo brasileiro Paulo Freire, a educação mudou as pessoas e elas mudaram o mundo. De acordo com essa ideia, é extremamente importante que os jovens freqüentem a escola, pois assim podem se tornar profissionais qualificados, bem remunerados e críticos. No entanto, essa não é uma situação observada na sociedade brasileira contemporânea, pois nas classes populares os jovens são obrigados a encontrar empregos para ajudar suas famílias. No entanto, essa atitude tem permitido que esses jovens ingressem mais cedo no mercado de trabalho e, por não serem muito qualificados, seus salários são baixos, o que vai contra sua meta original.