Evasão escolar e a realidade brasileira
Enviada em 17/08/2017
A educação desde a Grécia Antiga até a Modernidade era apenas para os mais abastados. Com a vinda da corte, em 1808, a educação foi realmente instaurada no Brasil, aumentando a alfabetização. Entretanto, isso não é mais uma realidade atualmente visto que o índice de evasão escolar está aumentando não só pelo crescente número de adolescentes grávidas mas também pela falta de interesse dos alunos aos estudos.
Em primeiro lugar, os caminhos para se combater o abandono escolar é ineficiente já que a maioria das adolescentes que engravidam abandonam a escola. Segunda a Agência Brasil, “apenas 2% das adolescentes que engravidam deram sequência aos estudos”. Isto é, essas jovens não conseguem conciliar o filho em consonância com a vida escolar, deixando este em segundo plano.
Vale também ressaltar que a desistência em continuar na escola está crescendo uma porque o modo de lecionar continua sendo “mecanizado”. Isso se explica com a alta carga de matérias e exaustiva, consequentemente o interesse do aluno diminui. Dessa maneira, é preciso que essa realidade mude humanizando a forma de ensinar para os jovens e as crianças.
Os meios para se combater a evasão escolar, portanto, é falha haja vista o crescente número de grávidas nessas instituições aliado ao ensino “engessado”. É necessário que as escolas comecem a dar apoio para as estudantes que serão mães com suporte de psicólogos para que possam orienta-las a não abandonar os estudos. Outrossim, o Poder Legislativo pode implementar uma lei que ofereça bolsas remunerada para essas alunas no intuito de evitar que elas tenham suporte de sustentar o bebê sem deixar de estudar a procura de trabalho. Por último, o MEC deve instituir monitorias para que os alunos possam suprir as dúvidas que tiverem em aula, com isso o ensino será mais humanizado, despertando o interesse de todos à continuar estudando.