Evasão escolar e a realidade brasileira
Enviada em 03/10/2021
Em 1996, foi fundada a Lei de Diretrizes e Bases da Eduação Nacional, cuja função inicial era modernizar o ensino básico no Brasil e estimular os indivíduos se manterem ativos no processo pedagógico. Entretanto, a alarmante evasão escolar evidência que a meta da LDB está distante de ser a realidade nas escolas.Com efeito, a manutenção dos alunos no sistema pressuões que se combata a desigualdade socioeconômica e a marginalidade social.
Diante desse cenário, a desigualdade social motiva a evasão escolar na atualidade dos jovens brasileiros. Nesse sentido, a educação no Brasil é baseada no modelo da Revolução Industrial do século XVIII - onde o sistema educacional foi baseado em ensinar o indivíduo a ser um operário submisso. À vista desse problema, mesmo com o passar de séculos, a população brasileira ainda vive no modelo educacional proposto pela Revolução Industrial, aonde jovens abdicam do ensino em troca do trabalho remunerado. Assim, enquanto as escolas brasileiras se mantiverem como fábricas, tal como era no século XVIII, a evasão escolar continuará como uma triste realidade entre os estudantes.
Ademais, além da desigualdade social, a histórica opressão voltada a grupos marginalizados socialmente também é um fator determinante para o abadono do espaço escolar. Inclusive, em sua obra " Pedagoia do Oprimido", Paulo Freire defende que a escola deve ser o meio para libertação social do indivíduo - a educação é capaz de ampliar horizontes da sociedade e livrá-los da opressão. Nesse sentido, o Brasil ainda negligência melhorias para o ensino, os grupos marginalizados são exposto ao preconceito no ambiente escolar, devido a negligência do pais, esses jovens nunca entenderam a importância da escola para libertação social como citado por Freire. Assim não é razoável que a marginalidade social permaneça em um pais que almeja torna - se nação desenvolvida.
É urgente, portanto, que medidas sejam tomadas para combater a evasão escolar na realidade brasileira. Nesse sentido, as escolas em parceria com Ministério da Educação responsáveis pela transformação social - devem fazer convênios de bolsas estudantil igualitária para todos os indivíduos de baixa renda, com objetivo que a sociedade jovem brasileira não precisem abadonar os estudos para trabalhar, e por meios de projetos pedagógicos, como aulas ministradas por professores, de maneira dinâmica que envolva a participação ativas dos alunos, buscando estabelcer á importância do ensino e o contato entre educador e educando capazes de solucionar a desigualdade social. Essa iniciativa teria objetivo de melhorar a qualidade da educação e de garantir que o Brasil, seja uma nação justa e de fato livre de qualquer opressão social.