Evasão escolar e a realidade brasileira
Enviada em 18/10/2021
Na série Global “Segunda Chamada”, a professora Lúcia (Débora Bloch0 luta pela permanência do aluno Wallace na escola, pois o jovem escolher precisa entre a educação e o trabalho. Infelizmente, tal situação ultrapassa as telas e se mostra uma realidade no Brasil. Isso se deve, sobretudo, à falta de assistência do Estado, bem como como a decorrente ingresso precoce no mundo do trabalho. Logo são imprescindíveis mais ações governamentais, tendo em vista mudar isso.
A princípio, vale ressaltar que, segundo Aristóteles, o fazer político deve ter pelo objetivo o bem-estar dos cidadãos. Todavia, a falta de competência de competência governamental, não que se preocupe com a prestação de assistência financeira e estrutural, faz com que a evasão de jovens da escola por falta de apoio contrarie a própria brasileira – que diz que o ensino fundamental é obrigatório para os que possuem de 6 a 14 anos.
Em decorrência disso, o ingresso prévio no mundo do trabalho fortalece a prática de largar os estudos. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de um milhão de jovens entre 15 e 17 anos deixou a escola, em sua maioria devido à necessidade de ajudar com as despesas de casa. Ou seja, sem a assistência que equipare as oportunidades de permanência nas escolas, cada vez mais jovens e baixa renda terão que abrir mão da educação em detrimento da labuta.
Portanto, exoria elucidar essa problemática. Posto isso, cabe ao Ministério da Educação, adjunto ao Governo Federal, recuperar os alunos egressos por evasão; para tal, o primeiro deve levantar e fornecer dados dos alunos evasores de baixa renda e em situação de carência para que o segundo disponibilize uma ajuda financeira que dependa da frequência escolar esses alunos. Desse modo, mais jovens teriam o ensino fundamental e médio completo, bem como mudar de vida através da educação.