Evasão escolar e a realidade brasileira

Enviada em 10/08/2017

Sob conhecimento do âmbito educacional brasileiro é perceptível o declínio do ensino, com a alta incidência da evasão escolar. Os motivos pelo qual existe o distanciamento prematuro dos jovens das escolas, não obstante, são reforçados pela relação aluno-professor, e pelo trabalho infantil, ao passo que os infantes são condicionados com as dificuldades financeiras das famílias. Todavia, os conflitos relacionados a este cenário reflete na qualidade do mercado de trabalho.

Analogamente à frase do filósofo alemão Imanuel Kant, " o ser humano é aquilo que a educação faz dele". Nessa perspectiva pode-se elucidar as consequências de um jovem sem bases educacionais, como a modificação do seu caráter, visto que os desafios de uma criança nas ruas em busca de sustento domiciliar são muitos: agressões, violências sexuais e morais. Em detrimento a isso, o adolescente usa meios para se proteger com reproduções agressivas, quando em classe dificulta o trabalho do professor em não obediência das normas.

Outrossim, existe uma particularidade que almeja retomar os estudos com medidas de supletivos. No entanto, a aderência de um ensino suprimido em um pequeno espaço de tempo não é suficiente para fornecer ao estudante conhecimentos suficientes para torná-lo apto a um currículo qualificado, necessitando assim a submissão de trabalhos exaustivos sem remuneração desejada.

Nesse sentido, é preciso dinamizar o ensino brasileiro, modificar as plataformas de ensino com aulas livres para identificar o interesse do aluno, o Ministério da Educação fornecer cursos aos pedagogos com estímulo a humanização, auxiliando o aluno e compreendendo suas dificuldades, com intuito de aproximar o respeito e a admiração. Por conseguinte, é urgente a participação do Conselho Tutelar, com fiscalização nos lares, punindo os pais no regimento da lei, a fim de reduzir os índices de subterfúgios escolares com a modificação sociocultural.