Evasão escolar e a realidade brasileira
Enviada em 09/11/2021
Em pleno século XXI, é perceptível que a evasão escolar ainda persiste no Brasil. Infelizmente, muitos jovens não finalizam a escola, deixando de ter um futuro pela frente por conta de alguns motivos, como a distância do colégio ou falta de material escolar entre outros. Com isso, a falta de atenção estatal e o desinteresse de muitos estudantes são fatores que impedem um findar dessa problemática no país.
Em primeiro plano, evidencia-se um descaso do governo com a população. Michael Jackson, cantor e compositor, na canção “They Don’t Care About Us”, critica a falta de atitude do Estado em atuar nas necessidades da população, gerando uma sensação de invisibilidade social aos cidadãos. Analogamente, trazendo para a realidade brasileira, é nítido que tal sentimento é compartilhado por muitos jovens que moram longe da escola ou não possuem os materiais para aprender determinado assunto. Sendo assim, se os jovens não possuem essa assistência, eles perdem e o Brasil também, deixando de ter um excelente profissional no futuro.
Em segundo plano, observa-se um pensamento de que o estudo não faz muita diferença nas possibilidades de um indivíduo em trabalhar. Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul, dizia “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”. Nessa perspectiva, nota-se que os estudos são libertadores e abrem múltiplas portas para o indivíduo na sua escolha no que quer fazer. Dessa forma, se todos tivessem essa consciência, reduziria mais os números de não concluintes.
Portanto, medidas são necessárias para mitigar tal problemática. O estado e o Ministério da Educação devem atuar no retorno desses adolescentes nas escolas, através de uma exposição das possibilidades de um cidadão ao terminar os estudos na sociedade para trabalhar, de modo a incentivar tais pessoas a voltarem a estudar, a fim de que esses estudantes sejam o futuro do país. Concomitantemente, todos devem entender a importância de estudar, não só para o indivíduo, que se tornará mais crítico, mas também para o país, que terá um brilhante profissional.