Evasão escolar e a realidade brasileira

Enviada em 14/11/2021

As mídias, tanto sociais, quanto televisivas, têm mostrado com frequência que o Brasil tem enfrentado diversos problemas relacionados a evasão escolar no Brasil. Em virtude disso, os principais fatores que contribuem para essa problemática são: o descaso governamental, a desigualdade social, entre outros. Portanto medidas são necessarias para mitigar essa situação.

A priori, é indubitável que o governo se omita frente ao agravamento dessa situação. Segundo o Art.5 da Constituição Federal: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo aos brasileiros  a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade”. Porém não é isso que percebemos quando o assunto refere-se a evasão escolar e sua realidade em nossa nação, já que, segundo dados estatísticos do site G1 de 1,3%  milhões de adolescentes, somente 48% concluiram o ensino médio, de tal forma que, tenha como consequência um aumento significativo na taxa de desigualdade social no país. Desse modo, medidas devem ser tomadas para conter essa problemática.

Ademais, é fundamental apontar a desigualdade social como um impulsionador da evasão escolar, tendo em vista que grande parcela dos adolecentes que são de baixa renda possuem a necessidade de trabalhar durante sua infância e adolescencia para ajudar financeiramente em casa, abandonando assim, a escola e o sonho de possuir um futuro melhor. Tendo como consequencia, jovens desqualificados para entrar no mercado de trabalho. Logo, é inadmissivel que esse cenário continue a perdurar.

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindivel que o Governo juntamente com a mídia, promova debates nas escolas e campanhas que mostrem a importancia dos estudos hoje em dia. Dessa forma, os estudantes se sentirão mais atraídos e não abandonarão os estudos. É fundamental também que o Ministério da Economia aumente o financiamento de programas sociais para que as famílias mais humildes recebam o suficiente, a fim de que seus filhos não precisem abandonar a escola para trabalhar. Somente assim o que está previsto na Constituição finalmente será vivenciado plenamente na prática.