Evasão escolar e a realidade brasileira
Enviada em 19/11/2021
Policarpo Quaresma, protagonista de Lima Barreto, do clássico livro “O triste fim de Policarpo Quaresma,” sempre teve como característica mais marcante um nacionalismo ufanista, acreditando em um Brasil utópico. Entretanto, a realidade da evasão escolar torna o país mais distante do imaginado pelo sonhador personagem.
Nessa perspctiva, destacam-se dois aspectos importante: seja pela falta de dinheiro, seja pela negligência governamental, o descaso com a desistência escolar continua, afetando de forma negativa o cotidiano brasileiro, o que exige reflexão urgente.
Em primeira análise, a vulnerabilidade social e financeira mostra-se um desafio á crinças e adolencentes de classe baixa, visto que, grande parte deisistem da escola para trabalhar e ajudar finceiramente suas famílias, uma que vez poucos recursos são destinados pelo Estado, com incentivo à educação desses jovens. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, indicam que jovens de renda baixa, tem maior frequência de trocar o estudo por trabalho, em sua maioria negros. Consoante a isso faz-se mister que o Estado invista minimamente em incentivo à educação, principalmente em grupos de menor renda.
Somando a isso, a falta de incentivo ao governo pela população dificulta na execução de melhorias na rede educacional, que apresenta dificuldades, na contensão de evasão no sistema educacional. Segundo o jornalista irlandês George Bernard Shaw, " O progresso é impossivel sem mudanças". Analogamente, reinvindicações da sociedade são necessárias, com intuito de estímulo a permanência desse jovens na escola.
Portanto, a evasão escolar, no Basil, apresenta barreiras precopantes. Para amenizar esse cenário urge que o Estado invista, por meio de verbas governamentais, investindo em mais escolas técnias em áreas periféricas, para que os jovens da classe baixa, vejam o ensino de forma mais atrativo, e enxergem como porta de melhoria de vida. E ainda cabe, a população promover manifestações, atráves de abaixo assinado, direcionados ao governo, com intuito de pressionar o Minitério Público, por intermédio do Conselho do Tutelar à fiscalizar faltas frequentes ou desistência desses jovens, com objetivo de conter o abandono escolar. Somente assim será possível quebrar barreiras que impedem crianças e adolescentes, desistam da escola.