Evasão escolar e a realidade brasileira

Enviada em 20/02/2022

Segundo o filósofo Séneca, a educação exige os maiores cuidados, porque influi sobre toda a vida. Paralelamente a isso, a realidade da educação no Brasil é totalmente diferente, havendo poucos cuidados quando o assunto é evasão escolar. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: a desigualdade social no país e a falta de interesse dos alunos nas escolas.

Em primeiro plano, a desigualdade social no país contribui na saída de muitos jovens das escolas, tendo em vista que não são todos que tem as mesmas oportunidades. De acordo com o artigo 5° da Constituição, todos são iguais perante a lei. No entanto, na prática muitos dos cidadãos brasileiros de baixa renda não têm a mesma educação e muito menos condições financeiras para manter um ensino de qualidade, com muitos tendo que abandonar os estudos para sustentar suas famílias, havendo menos chance de conquistar um bom emprego no mercado de trabalho ou entrar em uma faculdade. Assim, a evasão escolar é algo relacionado a um problema social que se não for resolvido mais crianças e adolescentes serão prejudicados.

Em segundo plano, a falta de interesse dos alunos nas escolas é um grande problema marcada pela precária qualidade de ensino e ausência tecnológica nas escolas, ajudando para a insenção do aluno. Consoante com a pesquisa realizada pela fundação Getúlio Vargas(FGV-RJ), mostra que 40,1% dos jovens dos 15 a 17 anos abandonam a escola por desinteresse. Diante disso, é de importância as redes de ensino estar acompanhando as mudanças no mundo, transformando as aulas e os conteúdos mais atrativos e menos formal. Sendo assim, ajudando no desempenho e na motivação dos alunos.

Portanto, medidas são necessárias para atenuar essa problemática. Para isso cabe, ao Ministério da Educação e ao Estado de cada região garantir oportunidades educacionais para alunos de baixa renda, por meio de contruções de creches de qualidade, disponibilização de transportes, merenda e material escolar, e investimento na formação do docente, com o intuito de diminuir a desigualdade educacional e assegurar os mesmo direitos a todas as classes. Outroassim, compete ao Ministério da Educação promover aulas interativas, além de introduzir a tecnologia no ensino, a fim de garantir a permanência e o interesse dos alunos na escola. Com essas medidas, será possível a diminuição de evasão escolar.