Evasão escolar e a realidade brasileira
Enviada em 08/04/2022
“A Educação tem raízes amargas, mas seus frutos são doces”. Essa frase de Aristóteles representa, de modo atemporal, a questão da evasão escolar no Brasil no século XXI, tendo em vista as dificuldades do estudante se manter no ensino padrão. Nesse sentido, há, no século XXI, a persistência dessas condutas a partir da falta de políticas públicas Estatais. Portanto, são necessários caminhos para amenizar o problema, haja vista o Ordenamento Jurídico e a cultura brasileira.
Em primeiro lugar, a Constituição Federal de 1988, promulgada com base nos
Princípios Humanos, prevê, como garantia fundamental, o direito à educação. Contudo, o próprio Poder Estatal agride a legislação em virtude da falta de políticas públicas. Isso, porque o Ministério da Educação não promove institutos para prevenção do abandono das escolas, como a adoção da prática desportiva, bem como do ensino EAD. Logo, a negligência estatal representa uma das causas do problema.
Em segundo lugar, o filme “Coach Carter – Treino para a Vida” exemplifica uma forma de ação governamental que diminui os efeitos da displicência escolar: o esporte como ferramenta de inclusão social. Dessa forma, a trama gira em torno no professor que, através do basquete, motiva e monitora os estudantes. Logo, percebe-se que ações como essa devem ser estimuladas pelo Estado brasileiro, a fim de promover o avanço da democracia.
Com o intuito de amenizar as problemáticas citadas, as escolas devem auxiliar na formação básica do estudante, a partir do apoio de psicólogos para discutir e ensinar a importância da educação na formação do cidadão. Além disso, a prática desportiva deve ser intensificada a partir da contratação de profissionais especializados, a fim de estimular o prazer nas escolas. Feito isso, a evasão escolar será amenizada no século XXI.