Evasão escolar e a realidade brasileira
Enviada em 04/09/2017
Mediante as declarações propostas pela ONU, todos os seres humanos possuem dignidade e direitos iguais na sociedade, principalmente, em relação à educação. Entretanto, mesmo com a apropriação desse livre arbítrio, as instituições brasileiras lideram em primeiro lugar o abandono de alunos concernentes ao ensino básico e médio, corroborando para o surgimento de impactos na vida de um cidadão. Nesse contexto, há fatores os quais exigem um olha cêntrico pela democracia e sociedade, exigindo diretrizes para solucionar esse impasse: os impactos da evasão escolar no Brasil.
Em primeira análise, cabe pontuar que o sistema educacional é considerado uma arma poderosa para ser usada na ética cidadã educacional, assim, como afirma o ex-presidente Nelson Mandela. Contudo, o evazamento estudantil se apresenta como um quadro alarmante no cenário brasileiro, em que jovens saem da escola prematuramente. Isso porque como observado em jornais e noticiários, crianças e jovens sofrem o abandono dos estudos por priorizarem o trabalho em que, muitas vezes, são forçados por pais e responsáveis a contribuir no pagamento de contas e na sustentação de algum vício, como drogas e álcool. Desse modo, os prováveis impactos alusivos ao caráter do indivíduo é a formação, quase sempre, de um sujeito viciado em crack e praticante de crimes marginais, devido a má formação.
De acordo com dados do site Jornal Uol, a cada ano, no país, o número de estudantes que constituem a evasão é gritante, apresentando 900 mil jovens de 17 anos. Com isso, convém frisar que entre esse percentual, grande parte é do gênero feminino, ao qual ocasiona o ato devido a uma gravidez precoce. Comprova-se com o depoimento de uma ex-aluna paranaense, afirmando abandonar o ensino médio devido a sua nova fase em que está passando. Mediante isso, com essa situação muitas mulheres tornam-se submissas ao gênero masculino, principalmente, quando o parceiro possui uma graduação, fazendo à mulher se tornar dependente economicamente e socialmente, gerando violência e represália.
Dessa forma, ficam claros os reais motivos no que tange os impactos da evasão escolar no Brasil, exigindo assim, alternativas para amenizar essa problemática. Para isso, é imprescindível, a longo prazo, que o Ministério da Educação atue fortemente contra o abuso concernente ao trabalho infantil, por meio da fiscalização de verbas governamentais em cidades, com o intuito de efetivar novas denúncias do caso e proporcionar a volta dos indivíduos para uma vida educacional. Ademais, cabe à família e à mídia proliferar um conhecimento saudável sobre os riscos da gravidez precoce, a qual é proporcionadora, também, da evasão escolar. Isso pode ser feito através de palestras socioeducativas com psicólogos e pedagogos, além da persistência de propagandas por parte da mídia, informando os cuidados em relação a temática e evitar a evasão que gera a violência e represália referentes à mulher.