Evasão escolar e a realidade brasileira

Enviada em 09/09/2017

No primeiro governo de Getúlio Vargas, foi outorgada a constituição de 1937, que tornava obrigatório o ensino fundamental para as crianças do país. Contudo, o número de menores que deixam a escola sem concluir os estudos, vem aumentando por causa da falta de apoio dos pais  e o pouco interesse dos jovens nos estudos, que por consequência acabam se envolvendo no mundo do crime e das drogas.

Evidencia-se, a partir dessa tese, que o incentivo dos pais nos estudos dos filhos é de suma importância, porém, em vez disso, muitos preferem que o adolescente  largue os estudos para trabalhar. E, essa evasão é ainda maior nas famílias de baixa renda, por conta dos filhos terem de ajudar nas despesas de casa. Segundo  o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), só no ano de 2015, 1,3 milhões de jovens ,entre 15 e 17 anos, deixaram a escola.

Outrossim, os jovens, ao estarem fora da escola, não terão qualificação para conseguirem um bom emprego no futuro, então, a fim de ganhar “dinheiro fácil”, muitos deles entrarão no mundo do crime e das drogas. Assim, fica evidente que Leonel Brizola estava correto ao dizer: “A violência é fruto da falta de educação”.

É necessário, portanto, promover ações que realmente ajudem a melhorar a realidade dos jovens brasileiros. Em primeiro momento, é imprescindível que o Ministério da educação(MEC) crie projetos, como palestras em escolas, para mostrar a importância dos estudos aos jovens. Outra medida que deve ser efetivada pelo MEC é implantar nas escolas, aulas mais interativas e com assuntos que despertem o interesse dos jovens pelo estudo. Ademais, para finalizar, a família deve apoiar  e estar presente na vida escolar de seus filhos, para que possam ter um bom futuro.