Evasão escolar e a realidade brasileira

Enviada em 21/06/2022

Conforme consta na Constituição Federal de 1988, em seu artigo 6°, é direito de todos o acesso à educação. Nessa óptica, ao analisar a sociedade hodierna, a situação está calamitosa devido a pandemia ocorrida no ano de 2020, na qual diversos alunos saíram das escolas ou abandonaram os estudos por conta do ensino à distância que houve uma queda na qualidade e, principalmente, a falta de acesso à internet. Contudo, é fundamental a análise desse panorama.

Primeiramente, é lícito referenciar o ativista africano, Nelson Mandela, que afirmou: “a educação é a arma mais poderosa que se pode usar para mudar o mundo”. Nesse ponto de vista, inúmeros brasileiros abdicaram dos estudos durante a pandemia, as causas que corroboraram são: falta de acesso à internet (por não terem condições financeiras), infraestrutura inadequada e residências em zonas rurais. Assim, houve diversas dificuldades e, consequentemente a evasão escolar. Essa situção é caótica, contudo, mutável.

Paralelamente a isso, outro fator contribuinte para o aumento das taxas de evasão escolar foi a decadência do ensino, muita das vezes os professores não sabiam fazer o uso das tecnologias para o benefício dos alunos, que acabaram prejudicados. Segundo uma pesquisa postada no site Risco Brasil, mostra que 52% dos brasileiros entre 19 e 25 anos deixaram de estudar. Como consequência, a quantidade de jovens com formação superior diminuiu e as taxas de desemprego aumentaram. Urge, portanto, reverter essa problemática.

Ademais, é notório a dificuldade de retornar às escolas e a falta de incentivo para tal. Logo, é necessário que o Ministério da Educação realize campanhas de incentivo, por meio de panfletos e posts, direcionado à população que não concluíram o ensino, alertando sobre a importância de obter um diploma e as consequências disso. Assim, se consolidará uma nação portadora da arma mais poderosa.