Evasão escolar e a realidade brasileira
Enviada em 01/03/2023
O filósofo e economista John Stuart Mill propôs, durante o século XIX, o postulado conhecido como “O Ideal do Utilitarismo”, no qual destaca que ações governamentais devem visar o bem - estar comum. Entretanto, na contemporaneidade a evasão escolar no Brasil nega o estado de bem - estar social. Nesta perspectiva, concerne afirmar que a evasão escolar no Brasil está relacionada com políticas públicas deficitárias e com a banalização do tema em questão.
Em primeira análise, cabe destacar as políticas públicas deficitárias. Isso porque, bem como afirmou Gilberto Dimenstein, em sua obra “Cidadão de Papel”, o Estado brasileiro é falho, não colocando em prática - de forma eficaz - aquilo o que se propõe a fazer. O que comprova essa situação são as políticas públicas deficitárias acerca do combate a evasão escolar.
Ademais, cabe dar ênfase à banalização do tema. Isto ocorre, uma vez que a temática - evasão escolar em debate - é vista como trivial, não sendo discutida pela comunidade. Desse modo, o número de alunos frequentando o ensino regular diminui, e a população não interfere uma vez que não debate sobre o tema. Um exemplo que retrata essa realidade é o levantamento feito pelo G1 o qual evidencia que 4 em cada 10 jovens, em 2018, não concluiram o ensino médio.
Torna - se evidente, portanto, a evasão escolar em debate no Brasil. Mediante o exposto, cabe ao Ministério da Educação - responsável por promover o ensino no país - realizar, por meio das mídias sociais, com profissionais qualificados, campanhas de combate a evasão escolar. Espera - se, por conseguinte, um aumento no número de alunos que frequentam o ensino regular.