Evasão escolar e a realidade brasileira

Enviada em 27/04/2024

“A escola não transforma a realidade, mas pode ajudar a formar os sujeitos capazes de fazer a transformação, da sociedade, do mundo, de si mesmos.” A afirmação, atribuída ao filósofo brasileiro Paulo Freire, pode facilmente ser aplicada à evasão escolar, já que é justamente esse cenário que se consolida como um regresso para a nação brasileira. Nessa perspectiva, cita-se o baixo incentivo dos familiares aos estudantes, que por vezes, possuem desinteresse em aprender e abandonam a escola para trabalhar.

Para compreender esse cenário, é visto que no vídeo Vida Maria, publicado pelo Governo do Estado do Ceará, o trabalho pode atrapalhar os estudantes, que priorizam o trabalho ao invés dos estudos. Isso mostra que os familiares não apoiam os estudantes, além de que as escolas não aproximam os alunos e os familiares para o ambiente estudantil. Assim, há a concretização de uma problemática alarmante.

Por conseguinte, um dos motivos que ocasiona a evasão escolar, é o desinteresse de aprendizagem, que leva consigo metodologias de ensino engessadas, que dificulta e desinteressa os alunos. Nesse contexto, é importante ressaltar que em grande número, as escolas brasileiras aplicam o modo de ensino tradicional, baseado em repassar conteúdos e informações, para que sejam entregues atividades e trabalhos em diferentes prazos, de acordo com esses conteúdos citados. Essa metodologia pode ser pouco efetiva, tendo por característica a falta de interação do estudante com o professor, que não faz dimensão do que é passado pelo docente. Com isso, é urgente uma ação do poder público.

Portanto, a evasão escolar e a realidade brasileira precisa ser solucionada. Para isso, é papel do Ministério da Educação e das escolas, que aproximem e orientem os pais e alunos sobre aspectos emocionais e também ajustar os métodos pedagógicos das escolas, a fim de gerar interesse e facilitar a compreensão dos alunos. Dessa forma, haverá a diminuição da evasão nas escolas.