Evasão escolar e a realidade brasileira

Enviada em 28/04/2024

Acima de tudo a declaração universal dos direitos humanos afirma que todas as pessoas têm o direito de ter acesso a escola e a educação, sendo assim, o serviço de escolaridade é oferecido de forma pública no Brasil, porém, não é possível garantir a participação de jovens nessas instituições. Visando resolver a problemática deve-se pensar sobre a evasão escolar e a realidade brasileira, tendo em vista que as principais causas desse processo são a condição socioeconômica dos jovens e problemas derivados da gravidez precoce.

Primeiramente, muitas mulheres acabam deixando os seus estudos de lado devido a uma gestação indesejada, podendo ter sido causada por abusos domésticos ou desinformação. Análogo a realidade a cantora Melanie Martinez aborda esse fato em sua música “where the babies come from?”, sendo iniciada com o trecho: O que diabos eu acabei de fazer? Dezoito anos e grávida, e meu homem se foi. Visando resolver essas questões, a maneira mais econômica e eficaz é promover aulas de educação sexual e fornecer em postos de saúde e farmácias populares preservativos.

Além disso, jovens em situações mais marginalizadas deixam as escolar para in-gressar no mercado de trabalho a fim de prestar apoio a família e retirá-los da si-tuação de pobreza. Disponibilizado pelo site g1.globo, o instituto de geografia e estatística (IBGE) divulgou que 40,2% dos jovens entre 15 e 29 anos que abandonaram os estudos indicaram como principal motivação a necessidade de trabalhar. Diante o exposto é necessário a tomada de uma providência.

Em suma, o Governo federal junto ao Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, órgão responsável pelas políticas de desenvolvimento e de assistência social, visando diminuir ou erradicar a evasão escolar deve desenvolver e aprimorar projetos de auxílio a essas famílias através da aprovação de leis e do redirecionamento do Produto interno bruto (PIB) para áreas de apoio social, para que assim, crianças e adolescentes que enfrentam essa situação não tenham que abandonar a escola.