Evasão escolar e a realidade brasileira

Enviada em 29/04/2024

No filme “Extraordinário”, o personagem principal acaba nascendo com deformidades físicas em seu rosto, sendo submetido a incontáveis cirurgias, assim, o menino não consegue ingressar em uma escola como o resto das crianças. Essa situação é tangente a realidade, de forma que, muitos jovens não são capazes de permanecerem em ambientes escolares por problemas internos ou externos. Logo, a evasão escolar pode acontecer por problemas socioeconômicos ou sociais, como o bullying.

Em primeiro plano, o bullying pode ter um impacto significativo na vida dos alunos, retirando eles das escolas que estudam. Diante do que foi apresentado, no site do senado federal, uma pesquisa aponta que entre pessoas de 16 a 29 anos, 52% delas disseram que já sofreram bullying no ambiente escolar, o que pode levar elas ao abandono dessas instituições, derivado do medo de seus agressores ou de doenças psicológicas causadas pelo exposto, como a ansiedade e depressão.

Ademais, fatores socioeconômicos podem influenciar diretamente jovens nessa situação, tendo em vista que muitos alunos deixam de frequentar os colégios para contribuir com o sustento da família. Dito isso, no livro “O menino que descobriu o vento”, aborda-se essa problemática, no qual o personagem principal acaba deixando os estudos devido a falta de recursos financeiros de sua família, que não conseguem pagar a mensalidade escolar.

Portanto, é possível análisar que a evasão escolar no Brasil acontece por problemas sociais e socioeconômicos. Para a resolução de tais problemas é nescessário que os governos estaduais começem a oferecer um maior apoio econômico, por meio de programas parecidos ao bolsa família, mas, mais elaborados. Além de que para resolver questões sociais, deve haver uma reeducação dos pais e profissionais, que trabalham em meios escolares, por meio de palestras nas escolas. Desta forma, a evasão escolar cairia drasticamente, já que os mais velhos saberiam como reagir a problemas como bullying, e as famílias receberiam mais apoio, tornando-se raras as situações como a do filme “O menino que descobriu o vento”