Experimentos científicos em debate no Brasil
Enviada em 12/04/2020
O teste em animais é um método usado em laboratórios no desenvolvimento de cosméticos e medicamentos. Ele tem recebido opiniões variadas ao longo dos anos em que vem sido feito e reações contrárias violentas como a manifestação que conseguiu tirar 178 beagles, entre outros animais, segundo o site G1, do laboratório pertencente ao Instituto Royal.
Há uma grande quantia de pessoas que afirmam ser necessário o processo em animais, mesmo que seja no fim da pesquisa de medicamentos como processo final antes de ser vendido e usado por humanos, como defende o cirurgião cardíaco Fabio Jatene em entrevista ao Fantástico.
Os animais usados vivem em espaços mínimos separados para agrupa-los. No caso dos camundongos, caixas ambientadas onde vivem em grupo, no caso dos beagles que eram usados, gaiolas compartilhadas como foi exposto, também, na matéria do Fantástico. O neurocientista Philip Low, afirmou em entrevista que é sumamente improvável a espécie humana ser a única com a capacidade de ter consciência, mas isso nem sempre é levado em conta ao discutir o assunto.
Sobreviventes do Holocausto já testemunharam e falaram sobre os horrores de terem que servir como cobaia às experiências cientificas dos médicos nazistas, como expõe a matéria que inclui fotos no site Encyclopedia.
Os testes em animais diminuiriam, gradativamente, se os cientistas aderissem mais racionalmente o uso de peles sintéticas, feitas por meio das impressoras 3D e que já são usadas, mostrando que são uma alternativa válida. Quando chegasse a etapa final, antes do produto ser comercializado, o teste em um ser vivo seria feito em voluntários recrutados, que assinariam termos concordando em estar uma carga horária imposta visando o tempo necessário para a pesquisa e que poderia ser dividida em dias, para um resultado mais aprofundado.