Experimentos científicos em debate no Brasil

Enviada em 12/04/2020

O reino animal é extremamente importante para o equilíbrio do planeta, porém, é visto por grande parte da população como seres submissos que devem atender às necessidades humanas. Um exemplo de tal fato é o uso de animais em experimentos científicos. No brasil, é possível observar que a maioria das empresas utilizam erroneamente o mecanismo de testes dos seus produtos, o que pode gerar prejuízos não somente a vida dos bichos, mas também a área financeira dessas firmas.

De acordo com profissionais do CFF (Conselho Federal de Farmácia), os testes em animais, geralmente, são rápidos e práticos, o que, consequentemente, acelera a produção e a venda das mercadorias. Embora seja uma estratégia eficaz para as firmas analisarem seus produtos, grande parte dos bichos são submetidos a experimentos que provocam dor, traumas emocionais e são postos em pequenas jaulas durante toda a vida. Isso, conforme uma nota publicada no site da OIPA (Organização Internacional de Proteção aos Animais), pode causar doenças graves nos animais ou leva-los à morte.

Ademais, a criação de répteis, aves e mamíferos em laboratórios exige um grande custo. As empresas que utilizam o método de experimentos científicos em animais, necessitam, para mante-los saudáveis e aptos para o teste, ter um enorme gasto com comida, alojamentos, materiais de limpeza, entre outros. Segundo uma pesquisa publicada no site G1, os lucros dessas firmas acabam, algumas vezes, não compensando o custo, ou seja, gastam grande parte do dinheiro com os testes em animais e não ganham o suficiente para repor.

Portanto, ao analisar os aspectos supracitados, fica evidente a necessidade de uma solução para preservar a vida dos animais e reduzir os custos que as empresas possuem. Para isso, é necessário que os empresários tomem iniciativa e encontrem outra forma de experimentos que não usem animais, como testes em células vegetais. Caso contrário, o Governo deveria intervir e criar uma lei que proíba tal barbaridade.