Experimentos científicos em debate no Brasil
Enviada em 20/07/2021
Os segredos da natureza se revelam mais sob a tortura dos experimentos do que no seu curso natural. O pensamento de Francis Bacon nos permite refletir, em nossos dias, sobre como os experimentos são desenvolvidos e representam um problema a ser enfrentado de forma mais organizada no Brasil. Nesse sentido, a fim de mitigar os males relativos à essa temática, é importante analisar a importância do uso de animais na perpetuação da raça humana e as consequências geradas nas cobaias.
Primordialmente, é necessário destacar como os testes em animais foram responsáveis pela descoberta, de inúmeras vacinas e medicamentos capazes de controlarem a hipertensão arterial, diabetes, asma e outros fármacos contra doenças. Isso porque, como afirmou o filósofo Schopenhauer, o maior erro humano é sacrificar a sua saúde, a qualquer outra vantagem. Prova disso é que a interrupção do uso de animais geraria prejuízos imediatos, como a falta de vacinas, inclusive a de febre amarela, juntamente todos os avanços para a descoberta de vacinas contra a dengue e AIDS seriam desconsideras.
Outrossim, é igualmente preciso apontar as sequelas geradas nas cobaias, pois segundo o filósofo francês Descartes, os animais são máquinas e não sentem dor, conquanto tal afirmativa é traiçoeira, visto que com os avanços da biologia, possibilitou descobrir que todos os animais- com excesso dos peixes- possuem terminações nervosas , e o uso dos mesmos causam dor e transtornos psicológicos. Hodiernamente os testes in vitro, que consiste na produção artificial de células e tecidos para estudo e manipulação, demonstram que animais não precisam ser usados nos testes.
Infere-se, portanto, que os experimentos científicos no Brasil, necessitam amenizar o uso de cobaias. Para tanto, o Poder Legislativo deve, com o suporte do Ministério do Meio Ambiente , elaborar leis que tornem mais rígidos os parâmetros para a admissão de animais em pesquisas. Além disso, o uso de cobaias na produção de cosméticos devem ser abolidos, visto- que não implicam na sobrevivência humana.