Experimentos científicos em debate no Brasil

Enviada em 24/10/2022

Segundo uma pesquisa realizada pela National Aeronautics and Space Administration com roedores, mostrou-se como os raios cósmicos afetam negativamente o cérebro dos homens.  Com isso, é notório como os cientistas, repetidas vezes, utilizam animais em experimentos para entenderem certas doenças sem prejudicar a vida humana.  Contudo, tal ação é ultrapassada e de má índole, uma vez que há outras maneiras de avanços na ciência ocorrerem sem o uso de maus-tratos aos bichos.

Por muito tempo, os indivíduos fizeram estudos em outros seres para os mais diversos fins.  Por exemplo: as descobertas e os controles de qualidade de inúmeras vacinas - como a pólio, o sarampo e o tétano - vieram por intermédio de observações em animais.  Assim, não pode-se dizer que tal conduta não foi boa à humanidade - visto que, em uma época arcaica, grandes avanços na medicina foram realizados -, mas, da mesma forma, também não há como negar as crueldades que diversas empresas realizam simplesmente porque “podem”.

Consoante a isto - aos maus-tratos que os bichos vêm sofrendo - algumas corporações encontraram outros meios de realizarem seus estudos.  Mediante ao crescimento do estilo de vida vegano e a preocupação com o meio ambiente, a União Europeia investiu cerca de 500 milhões de euros em projetos de testes alternativos.  Dessa forma, conforme as instituições recebem conhecimento e capital para essa modificação, mais indivíduos acabam por comprarem seus produtos - estimulando, assim, que as práticas antigas não voltem.

Portanto, uma atitude deve ser tomada para combater a problemática.  Assim, cabe ao Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal - órgão responsável por verificar se o tratamento com os animais em estudos -, juntamente com as mídias televisivas incentivarem as empresas a abolirem tal método de pesquisa, por meio de maiores propagandas divulgando o nome e o trabalho dessas agências a fim de salvarem os animais.  Dessa forma, somente com o cuidado de ambas as espécies, uma vida mais harmônica existirá e o aprimoramento das descobertas científicas podem continuar.