Feminicídio no território brasileiro

Enviada em 28/04/2026

Conforme a Constituição Federal de 1988, todos os cidadãos têm o direito ao cuidado, reforçando a condenação a qualquer forma de privação a tal. Todavia, no Brasil, observa-se falha na prática esse cuidado, especialmente quando se trata do feminicídio no território brasileiro, uma vez que o “amor” possessivo e o aumento de casos não são devidamente relacionados.

Diante desse cenário, é necessário entender o “amor” possessivo. Segundo dados do G1 (2025), ocorreu no Brasil em Natal (RN), um triste caso de feminicídio, onde o namorado por ciúmes agrediu com 61 socos sua namorada deixando-a extremamente machucada. No Brasil, o feminicídio tem ganhado números avassaladores, assustando a população feminina. Dessa forma, é necessário desvincular o “amor” possessivo a algo bom.

Além disso, o aumento de casos de feminicídio precisa ser abordado. A juíza Luciana Liala, defensora das mulheres vítimas de violência, diz que quem tem coragem de bater em uma mulher tem coragem para tudo e é uma ameaça para a sociedade. Sob esse viés, vale ressaltar que a revisão da sociedade patriarcal desde sua fundação é crucial para minimizar tal problema. Esse panorama mostra, portanto que é necessário buscar formas de dar atenção a tal assunto, uma vez que o aumento de casos está cada vez maior.

Portanto, ações precisam ser adotadas com urgência para que os problemas relacionados ao feminicídio no Brasil sejam solucionados. Logo, cabe a central de atendimento à mulher, órgão da polícia responsável pela proteção feminina, buscar maneiras de criar mais meios para as denúncias anônimas. Tal iniciativa poderá ser feita através da criação de locais de denúncias em ambientes frequentados, como banheiros públicos, supermercados, etc, onde buscarão “pesquisar” manualmente sem deixar vestígios para os opressores. Somente assim, espera-se que esse problema seja gradativamente solucionado.