Feminicídio no território brasileiro
Enviada em 23/09/2022
O Brasil ocupa o 5º lugar no ranking mundial de feminicídio, segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos. A partir dessa ótica, é possível observar, no mundo atual, o aumento de casos de agressão contra as mulheres, isso tem feito com que muitas desenvolvam doenças psicológicas, frente a essa situação repugnante. Desse modo, é fundamental analisar os princípios propulsores desse contexto hostil: a cultura patriarcal e a violência sexual.
Sob esse viés analítico, é importante destacar, a princípio, que o feminicídio é entendido como assassinato de mulheres cometido em razão do gênero, ocorre através de agressões físicas, moral ou fato que prejudique o emocional da pessoa. Ou seja, ao examinar a realidade do país, percebe-se que ela está enraizada desde as Ordenações Filipinas, de 1500, com o Código Legal, cujo permitia ao marido o direito de castigar a mulher por suspeitas de traição. Além disso, a cultura patriarcal, segue desde o Brasil República, aonde o homem é visto como ser superior perante o sexo oposto. Logo, é notório a sociedade precisa entender que todos são iguais perante a lei.
Ademais, é válido ressaltar que a escassez de mecanismos no combate desse fato potencializa sua conjuntura. Entretanto, o país evoluí bastante, permitido visibilidade feminina, na era de Getúlio Vagas em 1932, quando as mulheres tiveram o direito de votar. Todavia, atualmente, comportamentos arcaicos continua, devido ao machismo, que objetifica à população feminina, isso cria uma ilusão em parcela dos homens, o pensamento equivocado de posse e o direito de agredir quando necessário, isso, muitas cidadãs desenvolvem depressão. Por conseguinte, é evidente que mulheres são mortas em decorrência desse contexto histórico que precisa ser mudado.
É evidente, destarte, a necessidade de medidas que solucionem o feminicídio no território brasileiro. O ministério da educação e a sociedade devem criar campanhas de conscientização, nas escolas e espaços públicos, com o intuito de educar e promover debates, de modo a permitir que o público alvo tenha mais informação sobre a importância das denúncias, para que assim possa reduzir os casos de feminicídio e agressores sejam presos. Assim o Brasil sairá dessa posição.