Feminicídio no território brasileiro

Enviada em 30/09/2022

O filme ‘um olhar do paraíso’ retrata a vida de uma adolescente que foi morta por seu vizinho, para satisfazer o desejo de um homem psicopata, que matou ano após anos várias mulheres sem motivo algum. Entre elas estão, crianças e senhoras de idade. Saindo da ficção, vemos que a realidade brasileira de muitas mulheres não é diferente, pois diariamente são agredidas e confrotados por homens, pelo simples fato de serem do gênero feminino. A falta de respeito e o sentimento de superioridade, são fatores que agravam ainda mais essa situação.

Nessa perspectiva, evidencia-se que segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, diz que a cada 7 horas 3 mulheres são mortas por dia. Por apenas serem do sexo oposto. Isso tudo resulta na diferenças de poder entre homens e mulheres nos diferentes contextos socioeconômicos. Muitas delas são violentadas nos seus âmbitos de trabalho, nos supermecados e na rua por impor suas opniões e lutar diariamente por igualdade. Os numeros só aumentam, segundo o leventamento feito pela Globo News, cera de 1.319 mulheres foram vitimas de ataques durante o ano.

Ademais, foi criada no código penal uma lei que protege mulheres que foram violentadas. Porém, as agressões continuam diariamente, resultado disso é o aumento dos números. Segundo um levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), os casos de feminicídio chegou a 2,4%, e com a vinda da covid-19 no ano de 2020. Junto a ele, a vindo do lock down, muitas pessoas tiveram que ficar em suas casa, e com o estresse e o sentimento de superioridade muitos homens aproveitaram para agredir suas companheiras e seus filhos. Sob essta ótica, vale frisar que muitas mulheres são machucadas por serem consideradas um alvo mais frágil.

Portanto, é necessário que Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, juntamamente com o Governo Federal, se unam para que por meio da midias sociais informem sobre os casos de agresões, as formas de denúncia para o combate desse ataques e criar centros de apoio para socorrer essas vítimas. E com o Poder Judiciário, julgar e averiguar corretamente se as leis estão sendo comprimidas como deveria. Só então assim os números de feminicído diminuíram.