Feminicídio no território brasileiro
Enviada em 06/10/2022
A música “Bete Morreu” da banda Camisa de Vênus relata um caso de violência contra a mulher. Apesar da canção ser dos anos de 1980, os caso de feminicídios no Brasil são um problema muito evidente no século XXI. Uma vez que, a sociedade brasileira foi contruida em cima de pilares missogenos, como associar a mulher à figura pecaminosa, e do patriarcado. Logo, a vida feminina é vista com desdem e a violência que ela recebe é amenizada, até mesmo justificada como uma punição por alguém ser mulher.
A priori, a sociedade brasileira venera o homem e considera a mulher como uma figura diabólica. Tal como, a Rita Baiana no livro “O Cortiço” é retratada de forma animalesca e responsável por corromper os homens presentes na contrução do João Romão. Por isso, o sexo feminino é tratado de forma desigual ao masculino. Logo, a violência gerada contra as mulheres não são tradatas de forma adequada, as denuncias feita por elas não são devidamente investigadas ou mesmo culpabilizam-nas pelo crime que receberam, como considerar uma mini saia a resposável por alguém ser violentada e não o preconceito contra elas.
Ademais, uma sociedade patriarcal reforça a objetificação das mulheres, na qual elas devem apenas complementar e servir os homens. Dessa forma, a mulher que tem destaque na sociedade é vista com um olhar de repúdia, a violência que ela recebe é considerado como um mecanismo de punição por ela não cumprir o papel que a sociedade estabeleceu para ela. Aliás, a telenovela “Mulheres Apaixonadas” mostra um casal na qual a esposa é agredida pelo ex marido por ela adiquirir independência financeira e emotiva.
Em virtude dos fatos mencionados, a violência contra a mulher no Brasil está vinculado a uma visão sexista e misoginica. Para reduzir os crimes contra elas, é preciso a atuação do Ministério da Mulher em conjunto com as delegacias femininas realizarem propagandas nas redes sociais, como posts nas redes sociais que esclareçam as ferramentas de denúncias, e grupos de apoio, formados por psicológos e delegadas, as mulheres nas regiões que mais ocorrem feminicídios. Dessa forma, permite que elas saibam dos seus direito e como recorrer a justiça para conseguir a proteção contra as relações abusivas.