Feminicídio no território brasileiro

Enviada em 24/10/2022

A Mutilação Genital Feminina ou MGF é um procedimento realizado em mulheres sem o seu consentimento. A prática é comum em muitos países africanos e do Oriente Médio, mas está começando a ganhar atenção também no mundo ocidental. Os médicos acreditam que mais de 90% das mulheres dessas áreas sofreram alguma forma de mutilação genital feminina. Embora a prática tenha recebido muita publicidade negativa, muitas mulheres a defenderam e citaram tradições culturais e religiosas como razões para suas ações.

A MGF é tradicionalmente realizada em meninas entre sete e treze anos. As mulheres acreditam que este é o momento perfeito para modificar as características sexuais de suas filhas. A prática é irreversível; então, depois de realizar a mutilação genital feminina, a pessoa que realiza o rito dará comida e água à menina durante seu período de recuperação. O ato é doloroso e pode causar sérias complicações de saúde no futuro. As mulheres acreditam que a mutilação genital feminina é uma boa maneira de manter as tradições culturais.

Muitas mulheres sentem que a mutilação genital feminina é uma boa maneira de manter as tradições culturais. A prática foi passada de geração em geração em muitos países africanos e do Oriente Médio. As mulheres acreditam que modificar a genitália de suas filhas as ajudará a se casar adequadamente e atrair os homens de forma agradável. Em algumas comunidades, apenas as elites modificaram a genitália, enquanto as pessoas pobres tiveram que recorrer a provedores ou curandeiros não treinados. Isso mostra o quão difundida é a prática; no entanto, as mulheres defendem alegando que é para o melhor interesse de seus filhos.