Feminicídio no território brasileiro
Enviada em 03/03/2024
Na época do Brasil colonial, a lei permitia que o marido assassinasse sua própria esposa caso a apanhasse em adultério.Embora a legislação tenha evoluido, certos comportamentos arcaicos não acompanharam o desenvolvimento, exemplo disso é o feminicídio, que em pleno século 21 entre surras e chutes ou mesmo armas, tira a vida de 1 mulher a cada 6 horas segundo o G1. Essa é uma chocante realidade que precisa de mudança já.
À vista desse problema, cabe salientar que a violência contra á mulher e o feminicídio trata-se de uma arraigadíssima tradição patriarcal. Pois a construção do conceito de subserviência feminina ao homem é antiga e muitas vezes de fundamentação religiosa, que tem como premissa a submissão da mulher. Anos de doutrinação velada inculcaram no cerne do gênero masculino essas ideias, que foram tão impregndas justamente por fazerem parte do inconsciente coletivo-conceito criado pelo psicanalista Carl Jung que diz que essa região da mente seria onde se guardam ideias pré-concebidas-; foi construída por informações e impressões herdades do grande coletivo externo: a sociedade.
Outrossim, negligente, o Governo não é eficiente nas medidas que devem ser tomadas para previnir que aconteça um feminicídio. Medidas como cautelares de segurança e efetivo cumprimento da lei são falhos por parte do Poder Publico que não consegue de fato proteger mulheres que correm risco de vida por parte de seus ex ou atuais companheiros .
Nesse sentido, o Estado deve, por meio de projetos sociais de recuperação de agressores-para que não venham a se tornam assassinos-cumprimento efetivo da lei, como as medidas protetivas a favor das mulheres vítimas de violência e campanhas gerais que contemplem toda a sociedade, com especial enfoque nas escolas onde as crianças e adolescentes se formam encabeçar um plano nacional contra o feminicídio, a fim de que transformem a realidade sangrenta das mulheres brasileiras em uma sociedade justa e que respeite a vida, sem discriminação