Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 22/10/2019

A desigualdade social e a fome não é um problema recente, principalmente no território brasileiro. Durante o Brasil Colonial os portugueses deixam explícito que a elite prevalecia nas terras e negócios econômicos, no qual, viabiliza a supremacia de poder e lucratividade por meio da escravidão. Todavia, ao longo dos anos, essa realidade ainda predomina na sociedade contemporânea, devido a ausência de políticas públicas e o aumento do deficit econômico do país.

A princípio,a ausência de políticas públicas para combater a desigualdade social e a fome gera a perpetuação desse impasse no senário atual da nação, pois as regiões Norte e Nordeste são as que mais sofrem com a falta de saneamento básico, infraestrutura, educação e saúde, além disso, as pequenas cidades dos estados citados enfrentam maiores dificuldades. Segundo o filósofo Aristóteles a política serve para resolver os dilemas de uma determinada comunidade, ou seja, as verbas públicas precisa estar direcionada para solucionar as divergências que ocorre no meio social e prevalecer o bem-estar do povo.

Contudo, o aumento do deficit na economia colabora gradativamente para a persistência da pobreza no lares, pelo simples fato da diminuição de emprego. De acordo com os dados do IBGE( Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), cerca de doze milhões estão desempregados, com isso a necessidade familiar alavanca e o aumento da desigualdade cresce em maior velocidade. Nesse âmbito, o sociólogo Max Weber retrata a estratificação social, o qual, possibilita a posição que o indivíduo ocupa, pois é muito notório que a falta de oportunidade impossibilita mudar a realidade da população.

Portanto, para que a desigualdade social seja sanada, cabe ao Governo Federal criar um programa social com incentivo financeiro destinados a comunidades com extrema carência, posto que, os pequeno municípios sejam beneficiados ao proporcionar melhores condições básicas previsto na Constituição de 1988. Ademais, é de suma importância que o Ministério da Economia entre em parceria com as empresas privadas para gerar empregos, possibilitando a diminuição de impostos e burocracias para contratar essas pessoas com o objetivo  de sociabilizar e transformar a realidade econômica dessa classe baixa. Sendo assim, o Brasil Colonial não vai se repetir na sociedade do século XXI.