Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 05/10/2019

O índice de Gini, um parâmetro que mostra a corelação entre valor da renda e percentagem da população que a recebe, é uma característica de desenvolvimento socioeconómico de um país. A situação atual revela que a maior parte do mundo está em zona vermelha, que significa presença do colossal desequilíbrio entre população pobre e rica. má distribuição da renda e falta de acesso à alimentação suficiente são os motivos principais desta desigualdade.

Antes de tudo, vale ressaltar que o Brasil, apesar de ter um dos melhores índices de Gini na América Latina, está distante dos países desenvolvidos, segundo as últimas pesquisas da ONG. De acordo com os dados do IBGE, somente um porcento dos cidadãos tem renda média mensal de mais que trinta mil reais, enquanto aproximadamente metade da população recebe salário mínimo por volta de mil reais. Assim, destaca-se uma enorme diferença económica que ainda persiste no país.

Para mais, a estatística mundial do nível de fome é assustadora, pois, segundo a ONU, a cerca de um bilhão dos habitantes sofre de subnutrição. Os dados do IBGE revelam que quarenta milhões brasileiros (vinte porcentos da população) existem em condição da extrema pobreza com escassez de alimentação básica. Considerando as quantidades dos produtos destruidos por causa de consumo excessivo, especialmente pela população mais rica, o nível de desigualdade no país é extremamente alto.

Sendo assim, a sociedade brasileira precisa das medidas imediatas a fim de combater a diferença socioeconómica. Desde então, o Ministério do Desenvolvimento Social deve implementar os postos de distribuição dos alimentos para povo carente. Tais locais podem ser organizados perto dos bairros comerciais com alta concentração dos restaurantes e, consequentemente, com acesso fácil ao excesso dos nutrientes. Desta forma, o nível de desigualdade pode ser diminuido e, concomitantemente, geração de lixo alimentar decrescerá.