Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 24/07/2020
De acordo com o filósofo Aristóteles " A política tem como função preservar o afeto entre as pessoas de uma sociedade" Nesse sentido, no que tange à questão de fome e desigualdade social no século XXI, percebe-se a configuração de um grave problema em virtude de distribuição de renda desequilibrada na sociedade e da falta de geração de empregos.
Fato é que desigualdade social nunca vai deixar de existir, pois é impossível, principalmente por vivermos em uma sociedade hierarquizada. Por conta de renda desequilibrada na sociedade, uma minoria é detentora de recursos a níveis exorbitantes, enquanto a maioria sofre pela escassez, mas é importante ressaltar que os programas de segurança social, como o Bolsa família, tem assegurado de alguma forma a população. O Brasil é considerado o 10º país com mais desigual do no mundo, sendo o 4º mais desigual da América Latina do acordo com o Coeficiente de Fini, indicador de concentração de renda do país.
Notoriamente, observa-se, ao decorrer dos anos um aumento gradativo no índice de desemprego. No entanto, essa taxa apresentou em declínio de 12% no segundo trimestre de 2019, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). E com essa taxa de desemprego tão alta, muitas famílias carentes ficam sem ter o que comer, vivem na pobreza pois não tem de onde tirar qualquer tipo de renda para suprir as necessidades básicas.
Infere-se, logo que, o Governo deve combater a pobreza e a desigualdade de forma eficaz, por meio de geração de empregos, aprimorando políticas de combate ao desemprego e a informalidade do setor empregatício, e melhorar os programas assistências, para que de fato faça a diferença na vida dos cidadãos que vivem na miséria. O MEC deve fornecer cursos de capacitação dos desempregados para assim terem maiores oportunidades. Desse modo a desigualdade social vai diminuir no Brasil e a política vai conseguir preservar o afeto dos indivíduos na sociedade.