Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 17/12/2019
Sabe-se que na República Oligárquica, a ideia de urbanizar o Rio de Janeiro para o deixar deveras eurocêntrico era demasiadamente presente por parte dos governantes da época. Desse modo, a população a qual não possuía condições financeiras favoráveis fora obrigada a deslocar-se rumo à periferia da cidade, fator que desencadeou uma vasta desigualdade social entre os indivíduos. Sob esse prisma, a contemporaneidade continua fixa às suas raízes históricas, visto que a desigualdade societária e a fome são desamáveis realidades hodiernas devido à corrupção realizada pelos estadistas, prejudicando, portando, a coletividade em sua totalidade.
Primordialmente, é cógnito que, conforme proferido pelo filósofo Auguste Comte, a sociedade carece ser comparada ao corpo humano, em virtude de que a cabeça é referente à classe alta, o tronco à classe média, e os pés à classe baixa. Em vista disso, faz-se necessário a ligação entre análogos membros para que a homeostase do organismo não seja comprometida, semelhantemente como é fundamental a união de todas as classes, a fim de ser obtida uma verídica harmonia entre os povos e um corpo social promissor. Todavia, é notório que os estadistas contemporâneos contradizem inexoravelmente consoante ideologia, uma vez que tais ignoram por completo a população de baixa renda, intitulando-os inferiores e socialmente invisíveis, o que os influencia de fato a não pensar duas vezes antes de cometer atos corruptos com o capital direcionado aos cidadãos desamparados, os abandonando à deriva.
Diante do exposto, por consequência de congêneres hostilidades políticas, os seres humanos de renda escassa estão indiscutivelmente mais suscetíveis a adentrar o âmbito criminal, muitas vezes apenas para poder ter algo para se alimentar ou auxiliar a parentela. De frente a similar cenário, torna-se incontestável que a marginalidade aumentará de forma significativa e, assim, afetará negativamente a existência de demais pessoas pertencentes a outras classes societárias. Não obstante, a quantidade de cidadãos de rua também se elevará, em razão de que esporadicamente os indivíduos desprovidos de um ganho mensal irão conseguir adquirir uma moradia adequada.
Em suma, é indubitável que a fome e a desigualdade social no século XXI ocorrem devido à corrupção efetuada pelos regentes. Logo, para desatar homólogo impasse, é dever da Polícia Federal, junto com o Supremo Tribunal Federal, colocar um fim à corrupção, por meio de severas investigações com todos os políticos, com o intuito de que os desonestos sejam punidos e substituídos por outros devidamente comprometidos com o bem-estar popular de jeito igualitário. Dessa forma, a coletividade caminhará para um futuro homogêneo.