Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 14/02/2020
O curta-metragem “Ilha das flores” apresenta a história de “vida” de um tomate. Esse é comprado, jogado fora e, após não servir de alimento para os porcos, é consumido por uma população miserável. Infelizmente, o que é retratado no documentário é uma realidade no Brasil, diversas pessoas encontram-se em situação de extrema pobreza e, por isso, passam fome. Certamente, isso acontece devido ao desperdício que se tem no mundo. Além disso, o descaso governamental agrava o problema.
Deve-se pontuar, de início, que um dos meios para se combater a fome é distribuindo igualmente os alimentos e cessando o desperdício. Porém, o mundo está longe desse cenário, uma vez que, segundo a ONU, 30% dos alimentos produzidos no mundo vão para os lixos. Em virtude disso, tem-se uma sociedade que de um lado possui comida o suficiente para desperdiçar e do outro lado existem pessoas que não possuem nada.
Além disso, vale ressaltar que grande parte da culpa desse problema é do governo, uma vez que ele não desenvolve políticas públicas eficientes que visem o combate da fome. É possível ver isso quando se analisa que, em 2017, o Brasil voltou para o mapa da fome. Por consequência, diversas pessoas são desumanizadas.
Visto isso, faz-se necessário a reversão de tal contexto. Para isso, é necessário que o Ministério da Cidade tenha uma ação severa que vise o combate da fome, isso acontecerá por meio da criação de uma política pública que vise dar um valor mensal de R$350,00 para todas as pessoas que encontram-se em situação de miséria. Ademais, é essencial que o governo “obrigue” as pessoas, que serão contempladas por esse programa, a estudarem, para que, dessa forma, essas tenham maior facilidade em arrumar um emprego. Outrossim, é indispensável que o Estado crie uma lei que “force” as empresas a contratar pelo menos duas pessoas que serão agraciadas por essa política publica. Além disso, é preciso que a ONU penalize, por meio de multas, os países que desperdiçaram muita comida. Assim, talvez em um futuro próximo, outras pessoas não precisem comer o resto da refeição dos porcos.