Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 15/04/2020
O sociólogo Karl Marx acreditava haver, na sociedade, uma dinâmica de acumulação do capital privado, a qual conduz de modo inevitável a uma concentração, cada vez maior, da riqueza e do poder em poucas mãos. Contemporaneamente, tal ideologia marxista faz-se presente, resultando em desigualdades sociais, como miséria, fome, entre outros problemas. Logo, tornam-se imprescindíveis caminhos para combater a realidade supracitada.
Durante o Período Colonial, houve intensa apropriação de terras, dando início às primeiras concentrações latifundiárias. Enquanto isso, outras transformações sociais aconteciam, como a Primeira Revolução Industrial, assim o processo de concentração de renda agravou-se. Com a industrialização, o capitalismo teve seu apogeu, aumentando a exploração de mão de obra barata, desigualdades sociais, contribuindo, novamente, para a permanência do capital em uma minoria da população.
Consequentemente, com a crescente disparidade de renda, surgem problemas sociais agravantes, como a fome, atualmente, afetando 5 milhões de pessoas em todo o planeta, segundo o relatório da ONU, Organização das Nações Unidas. Além disso, faz com que a elite responsável pela maioria do capital tenha controle sobre as demais classes, visto que dinheiro relaciona-se com poder, cujo assemelha-se a controle. Assim, busca-se, urgente, soluções para reverter os efeitos acima.
Portanto, a fim de corrigir a desigualdade social, faz-se preciso o aumento de impostos àqueles que possuem maior quantia de capital, através do governo, por meio de leis, investindo o capital arrecadado em programas para a população afeta pela miséria e fome. Dessa forma, ter-se-á uma sociedade mais justa e distante da realidade descrita por Karl Marx.