Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 06/06/2020

A declaração universal dos direitos humanos promulgada pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1948, garante a todo indivíduo o bem-estar social. Embora, não seja bem assim, pela falta de  desconcentração entre os recursos o problema da fome e assimetria entre os cidadãos deixa a desejar. Nesse sentido, é necessário não só empatia pelo outro por parte da sociedade, mas também providências do Estado.

Em primeiro lugar, vale ressaltar que a sociedade não se importa com o próximo, não ajudando os necessitados que acabam sendo excluídos. Com isso, é possível notar que os ricos com grande parte da estrutura fundiária de seu país, continuam investindo em si mesmo e ficando cada vez mais com recursos, existindo uma concentração de terras com apenas alguns indivíduos. Dessa maneira, o nível de desigualdade continua aumentando, e os cidadãos pobres se tornam ocultos da sociedade.

Ademais, é possível notar que enquanto o Estado não tiver algo que o beneficie com a inclusão dos necessitados a fome continuará existindo. Visto isso, de acordo com o sociólogo Sergio Buarque, desde a colonização, o brasileiro é marcado por um individualismo acentuado que o leva a se apropriar do público para fins particulares. Desse modo, é notável que o Estado não esteja preocupado se os direitos dos cidadãos serão concretizados, sendo necessário uma implementação que favoreça ambos.

Portanto, medidas são necessárias para resolver este cenário. Urge que o Governo Federal, órgão responsável por punir inflações, efetue leis para que sejam distribuídas terras para os mais necessitados, em que esses terão que produzir alimentos  e ajudar o Estado no mercado interno em troca da sua moradia temporária, até conseguir um emprego e se estabilizar economicamente, a fim de diminuir a pobreza e ajudando seu país a se desenvolver. Além disso, é importante que a mídia incentive a doação de alimentos, mostrando que é possível salvar vidas com uma atitude. Assim, será possível diminuir o egocentrismo relatado por Sergio Buarque e ter uma sociedade que visa o bem-estar comum.