Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 09/07/2020
Muito se discute a respeito da fome e desigualdade social no século XXl. Segundo dados divulgados pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em 2017, quase 821 milhões de pessoas passaram fome no mundo. Diante dessa situação, percebe-se que, no Brasil, o que gerou esse aumento da fome é a má distribuição de renda e a crescente crise econômica.
Em primeiro plano, a concentração de renda que se tem acaba tornando um desafio para extinguir a fome e desigualdade social. Segundo o professor de Engenharia Ambiental da PUC-RJ, Tomaz Langenbach, “tem alimentos suficientes no mundo para todos, mas as pessoas não têm dinheiro para comprar”. Por esse viés, a contínua desigualdade entre as classes, impossibilita que a parcela mais pobre da população tenha acesso a uma alimentação de qualidade.
Ademais, a forma com que o país lida com a crise influência no viver da sociedade. Segundo o economista Francisco Menezes, “com o agravante que cresce aceleradamente o desemprego, cai a renda dos trabalhadores, e o atual governo corta o acesso a programas como é o do Bolsa Família”. Além disso, muitos gastos supérfluos que o governo aplica no país, faz com que aumente a taxa de desemprego e assim gerando internos que precisam de medidas para serem erradicadas.
Urge, portanto, medidas para minimizar a fome e a desigualdade social brasileira. Logo, cabe ao Poder Público, juntamente com o Estado, elaborar uma política emergencial, com estudos para saber de qual forma está sendo utilizado o dinheiro que é para os programas sociais. Outrossim, incumbe as ONGs, em conjunto com a população, disponibilizar projetos de caráter público, onde a parcela mais rica ajuda de alguma forma as pessoas que não tem condições de se alimentar, ou também gerando até emprego para os mais necessitados. Com efeito dessas medidas, espera-se que, diminua os indicadores de fome e desigualdade social brasileiros no século XXl