Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 14/08/2020
A Constituição Federal, de 1988, prevê a todo cidadão o direito à saúde, trabalho e a assistência aos desamparados. No Brasil atual, entretanto, a falta de mobilização do Estado, permitiu que a ausência de empregos e falta de oportunidades de vida, tenha causando grandes impactos nas classes sociais baixas. Nesse sentido, convém analisar as causas, consequências e possíveis solução do problema da fome e desigualdade social no século XXI no país.
É fundamental pontuar, de início, que a falta de investimento nas áreas sociais, culturais, saúde e educação são causas agravantes do aumento das desigualdades sociais. Nesse sentido, o IBGE divulgou que no Brasil, 25,4% da população, vivem na linha de pobreza e têm renda familiar equivalente 387,07 reais por mês. Dessa forma, é inadmissível que tais fatores continuem contribuindo na formação de um problema social com dimensões cada vez maiores.
É imprescindível pontuar, também, que são consequência de dificuldade da fome e desigualdade social, principalmente, o aumento das taxas de desemprego. Isso ocorre devido acumulação do mercado capitalista e corrupção. Referências disso podem ser encontradas no “site” do Governo Federal, que mostra o aumento das condições precárias na sociedade e nas periferias urbanas.
Portanto, para que as prescrições constitucionais não sejam apenas teóricas, mas se tornem medidas práticas, é necessário uma ação mais organizada do Estado. Assim, o Governo Federal deve promover investimentos na Fome Zero e Bolsa Família, por meio de projetos sociais a curto prazo, reformulando antigos planos ao combate a pobreza extrema, com o objetivo de incluir toda população de renda baixa. Espera-se, com isso, diminuir fome e desigualdades sociais no Brasil.