Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 28/08/2020

No Egito Antigo todas as riquezas e alimentos eram pertencentes ao faraó, que poderia ou não repartir com o povo, logo, ele possuía a concentração de fortunas. Na atualidade, os recursos são mais bem divididos, contudo, ainda permanecem nas mãos de poucos. Essa desigualdade ocorre pela má distribuição de riquezas e pela falta de intervenção do Estado, que é característica do modelo econômico atual, o neoliberalismo.

A princípio, a desigualdade é algo histórico no mundo todo, porém, o encurtamento das relações mundiais advindas da globalização elevaram ainda mais esse número. Segundo estudos divulgados pela ONG britânica Oxfam, cerca de um porcento da população mundial é caracterizada como sendo rica, e essa porcentagem de pessoas é detentora de um patrimônio maior do que os noventa e nove porcento restantes. Isso certamente está ligado a errônea distribuição de riquezas no mundo todo o que gera diversas mazelas sociais.

Ademais, o capitalismo é existente a séculos e foi se modificando com o passar dos tempos, surgindo doutrinas como o keynesianismo e o neoliberalismo. De acordo com as teoria do neoliberalismo, o Estado deve agir como um garantidor do livre comércio sem intervir no mercado consumidor. Isso gera um acúmulo de poder econômico muito grande para poucas empresas o que aumenta as desigualdades. Portanto, a revisão dessa teoria pode ser revista com a finalidade de diminuir as desigualdades no mundo.

Logo, os países precisam se unir para combater a fome e a desigualdade que gera os principais problemas sociais existentes. A Organização das Nações Unidas deve realizar reuniões para promover a união dos países na luta contra as desigualdades, elaborando projetos econômicos em conjunto. Somado-se a isso, os países devem recriar o neoliberalismo com os seus respectivos economistas com o propósito de reduzir as desigualdades. Dessa forma existiriam menos “faraós” no mundo.