Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 03/12/2020

A Declaração Universal dos Direitos Humanos – promulgada em 1948 pela Organização das Nações Unidas – assegura a todos os indivíduos o direito à alimentação e ao bem-estar social. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto dessa narrativa, uma vez que os índices da assimetria socioeconômica entre os cidadãos cresce de forma exponencial. Esse cenário é fruto tanto da negligência do Estado quando da má distribuição de renda.

Primeiramente, evidencia-se, por parte do Estado, a ausência de políticas suficientemente efetivas para coibir a fome e a desigualdade social na idade contemporânea. Segundo o sociólogo Émille Durkheim, o Poder Público é responsável por gerenciar as questões que envolvam a sociedade, consequentemente , estabelecendo o equilíbrio, todavia, não é esse o panorama vivenciado. Além disso, uma grande parcela da população mundial sofre com a escassez de refeições regulares, visto que há uma divergência na distribuição de alimento no globo, de tal forma, que uma fração populacional não consome sequer nos nutrientes diários necessários.

Em segunda instância, é imperativo ressaltar a disparidade econômica como promotora do problema. Conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 1% da população brasileira concentra mais de 30 % de todo o capital da união.Ademais, esse quadro expõe diretamente a irregularidade na distribuição de renda entre as classes, por conseguinte, ampliando o abismo socioeconômico.

Portanto, medidas precisam ser tomadas para conter essa problemática. Logo, necessita-se que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio do Ministério das Tecnologias, seja revertido em um produção mais ampla  dos transgênicos , por meio de uma maior distribuição dos produto geneticamente modificados, com isso, serão distribuídos mantimentos nas áreas mais pobres do globo. Dessa forma, esperasse amenizar a fome e a desigualdade social no século XXI.